Segundo a Fenabrave, foram 405.518 unidades em agosto, marca recorde.
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04/09/2012 13h02 - Atualizado em 04/09/2012 14h16
Após a apresentar no início de agosto a nova geração da Ninja 250, na Indonésia, a Kawasaki lançou nesta terça-feira (4), nos Estados Unidos e Europa, a Ninja 300. Além de contar com todas novidades já mostradas no modelo 250, como visual renovado e freios ABS opcionais, a 300 tem cilindrada extra e maior potência. Segundo a fabricante, o motor bicilíndrico de 296 cm³, com injeção eletrônica e refrigeração líquida, gera 39 cavalos a 11.000 rpm e 2,8 kgfm de torque a 10.000 rpm – a Ninja 250 tem 32 cv e 2,1 kgfm.

Enquanto a 250 será destinada a mercados asiáticos, como Indonésia, Tailândia e Japão, a Ninja 300, a princípio, chega aos Estados Unidos e Europa - sem detalhes dos países específicos. Ela é esperada para o Brasil, já que o país não possui limitações de potência como ocorre em lugares da Ásia e Europa. No entanto, a Kawasaki não confirma qual versão deve substituir a atual Ninja 250R no país.
O modelo anterior da moto segue à venda no país por R$ 13.990, preço promocional que entrou em vigor logo após o anúncio da nova geração na Ásia, em agosto passado. A "Ninjinha" é a esportiva de baixa cilindrada mais vendida do país. De acordo com a Federação Nacional de Veículos Automotores (Fenabrave), no acumulado até agosto de 2012, 2.319 unidades da pequena esportiva foram emplacadas no Brasil.
04/09/2012 13h02 - Atualizado em 04/09/2012 14h16
Rafael Miotto Do G1, em São Paulo
Após a apresentar no início de agosto a nova geração da Ninja 250, na Indonésia, a Kawasaki lançou nesta terça-feira (4), nos Estados Unidos e Europa, a Ninja 300. Além de contar com todas novidades já mostradas no modelo 250, como visual renovado e freios ABS opcionais, a 300 tem cilindrada extra e maior potência. Segundo a fabricante, o motor bicilíndrico de 296 cm³, com injeção eletrônica e refrigeração líquida, gera 39 cavalos a 11.000 rpm e 2,8 kgfm de torque a 10.000 rpm – a Ninja 250 tem 32 cv e 2,1 kgfm.
Kawasaki Ninja 300 (Foto: Divulgação)Enquanto a 250 será destinada a mercados asiáticos, como Indonésia, Tailândia e Japão, a Ninja 300, a princípio, chega aos Estados Unidos e Europa - sem detalhes dos países específicos. Ela é esperada para o Brasil, já que o país não possui limitações de potência como ocorre em lugares da Ásia e Europa. No entanto, a Kawasaki não confirma qual versão deve substituir a atual Ninja 250R no país.
O modelo anterior da moto segue à venda no país por R$ 13.990, preço promocional que entrou em vigor logo após o anúncio da nova geração na Ásia, em agosto passado. A "Ninjinha" é a esportiva de baixa cilindrada mais vendida do país. De acordo com a Federação Nacional de Veículos Automotores (Fenabrave), no acumulado até agosto de 2012, 2.319 unidades da pequena esportiva foram emplacadas no Brasil.
Foco na CBR 250R
Com esta cilindrada extra, obtida devido ao aumento de 46 mm para 49 mm no curso dos pistões, a Kawasaki conseguiu, além de incrementar a potência, ter um ganho expressivo de torque, com o auxílio do câmbio de seis marchas.
Desse modo, tem cifras superiores à Honda CBR 250R, sua principal concorrente, que chega 26,4 cv a 8.500 e 2,34 kgfm a 7.000, com seu motor monocilíndrico. Os números da moto também são superiores a Dafra Roadwin 250 e Kasinski Comet GTR, outras concorrentes no Brasil.
Ninja 300 tem visual de motos maiores (Foto: Divulgação)A exemplo da rival da Honda, a Ninja 300 recebeu inspiração nos modelos de alta cilindrada para o seu visual – idêntico ao da 250. Baseada nas “irmãs maiores” da família Ninja, a Ninjinha tem elementos similares a ZX-10R e ZX-14R. Enquanto o farol dianteiro é parecido ao da ZX-10R, as carenagens laterais com pisca integrados lembram a ZX-14R.
Ninja 300 tem motor de 39 cavalos (Foto: Divulgação)
Alterações no motor, chassi e suspensões
Todas as alterações já vistas na nova Ninja 250 também valem para a 300. O motor possui injeção eletrônica e refrigeração líquida e, de acordo com a empresa, foi reformulado visando melhorar o consumo.
Ele ganhou novos pistões e cilindros de alumínio fundido. Seu chassi é do tipo diamante, no qual o motor faz parte da estrutura, e tornou-se mais rígido, afirma a empresa.
As suspensões também foram revistas, com a adoção de novos amortecedores. Complementando a sua nova estrutura, a moto ganho pneu traseiro mais largo.
Para aumentar o conforto do piloto, a vibração da moto foi reduzida e uma nova tecnologia de gerenciamento de calor resultou em maior conforto. Ressaltando sua esportividade, a moto recebeu pneu traseiro mais largo, com 140 mm a mais.

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